O que é preciso pra fazê-la: Fios – luzes- caixa de ovo, telinha de metal, tesoura, alicate e cola quente
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Luminária feita de caixa de ovo
Bom dia amigos, estive um tempo ausente em função das correrias de final de ano na faculdade, mas estamos aí de novo. Hoje, trago uma idéia muuuito legal que eu encontrei no site Cacareco. É uma luminária feita de caixas de ovos:
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Trabalhos de Ecodesign
Olá, sinceramente, amei todos os trabalhos da minha turma de Ecodesign. Não esperava tantas coisas legais e coisas possíveis de se fazer. À seguir umas fotinhos, tem mais lá no meu flickr: http://migre.me/2rNB9
Nossa mesa de fita cassete LINDA! :)
Luminária de pet e luzinhas de natal
Bolsa de banner de balada
Luminária de vidros de microscópio e linha de pesca
Colares de borrachinha de dinheiro ( atilho)
Sapatilha de jornal
Cestinho de jornal com cobertura de anilina orgânica ( fica parecendo plástico)
Luminária de sobras de mdf e garrafa pet no meio
Xadrez de sobre de tecido, sobra de vidro e peças de arame artesanal
Xadrez
Luminária de Pet, sobras de tecido e arame.
Mais em: http://migre.me/2rNB9
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Minha mesa de fita k-7 reciclada
E aí galerê! Tinha que fazer um projeto da facul pra cadeira de Ecodesign, no qual tínhamos que fazer um produto de material reciclado, poderia existir já. Então eu apresentei a idéia e meu grupo acolheu. Fizemos uma mesa de centro de fitas cassete. Gente do céu, deu um trabalho do cão conseguir as fitas, achei que seria fácil, por que hoje em dia ninguém mais tem vídeo né, e muitos fossem querem descartar as fitas. Que engano! Parece que todo mundo já tinha colocado fora, mas quase desistindo achamos alguém que tinha.
Olha como está ficando, eu adorei a idéia né, tanto que reproduzi!
Olha como está ficando, eu adorei a idéia né, tanto que reproduzi!
Falta uma mão de tinta e as rodinhas, depois dela pronta MESMO eu posto mais. EU AMEI..ehehe :)
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Electrolux lança aspirador de pó feito de lixo encontrado em praias!
Essa eu adorei e o produto não ficou feio não, confere:
Plástico foi recolhido em praias de diversos lugares do mundo. Companhia quer alertar consumidores sobre o lixo nos oceanos.
A empresa Eletrolux apresentou um aspirador de pó que foi feito de lixo plástico encontrado em praias ao redor do mundo. O aparelho funciona como qualquer outro aspirador, mas, com ele, a companhia quer alertar o mundo sobre a enorme quantidade de lixo plástico que é despejada nos oceanos de todo o planeta.
Plástico foi recolhido em praias de diversos lugares do mundo. Companhia quer alertar consumidores sobre o lixo nos oceanos.
A empresa Eletrolux apresentou um aspirador de pó que foi feito de lixo plástico encontrado em praias ao redor do mundo. O aparelho funciona como qualquer outro aspirador, mas, com ele, a companhia quer alertar o mundo sobre a enorme quantidade de lixo plástico que é despejada nos oceanos de todo o planeta.
Fonte: G1
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Luminárias feitas de tupperwares ( potes)
Olha que máximo essas luminárias feitas com potes, aqueles famosos tuppwares. São feitas tanto com os potes quanto com as tampas. Confere:
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Balcão feito de livros velhos
Tudo bem que eu não sou à favor de estragar livros, acho que tem de estar sempre à mão pra gente ler.
Porém, é uma ótima idéia pra quem não pensa assim e não sabe onde jogar os livros velhos.
Também fica muito legal pra bibliotecas. Essa no caso, é uma biblioteca de arquitetura da TU Delft uma faculdade Holandesa.
Adorei :)
Porém, é uma ótima idéia pra quem não pensa assim e não sabe onde jogar os livros velhos.
Também fica muito legal pra bibliotecas. Essa no caso, é uma biblioteca de arquitetura da TU Delft uma faculdade Holandesa.
Adorei :)
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Empresário do RS cria computador de papelão que economiza energia
Gente adooorei mesmo essa, e o cara é aqui do RS!
Fonte: G1
Fonte: G1
Um empresário do Rio Grande do Sul criou um computador ecológico com estrutura feita de papelão reciclado e componentes que consomem menos energia. André Ruschel, da cidade de Santo Ângelo, desenolveu o “ThinEco”, como foi chamado, para mostrar como é possível produzir uma máquina utilizando os conceitos "verdes" de tecnologia da informação.
A máquina, que pesa cerca de 1,2 quilo, foi descoberta durante duas palestras de Ruschel no evento "Microsoft TechEd Brasil 2010", em setembro.
“Eu fui fazer palestras sobre assuntos não relacionados ao computador. Usei o equipamento para me ajudar nas apresentações, como se fosse um notebook, mas ele acabou chamando muito a atenção. A ideia não era fazer a sua divulgação”, disse Ruschel.
Para criar o gabinete ecológico, Ruschel precisou ir atrás do material mais resistente. A melhor opção foi o papelão usado para embalar peças automotivas, por causa da sua espessura e rigidez.
O segundo passo foi criar o desenho de computador, pensando principalmente na parte interna do equipamento. O desenho foi, então, enviado para uma máquina de corte onde foram feitas as chapas de papelão, que foram, em seguida, coladas umas nas outras. Cerca de 70 chapas foram usadas. “Por isso, a estrutura é bem rígida, podendo suportar uma pessoa sentada em cima sem amassar”, explicou Ruschel.
Vários testes foram feitos para estressar a máquina, como a deixando ligada por dois dias. Mas ela não superaqueceu. “Como o papelão tem orifícios naturais, o material possibilita a ventilação do equipamento”.
O computador é muito similar a um netbook, porque não tem drive de CD e DVD, além de ter baixa capacidade de processamento, o que consome menos energia.
A placa-mãe escolhida por Ruschel utiliza a arquitetura Atom, que tem certificado de “Green IT”, além de já possuir um processador integrado. Para o armazenamento, foi escolhido um disco rídigo de notebook, que gasta menos energia. Mas Ruschel afirma que está estudando a possibilidade de substituir por um HD SSD, que é mais rápido, consome menos e não é mecânico.
Ruschel conta que já tinha toda ideia na cabeça quando pensou em produzir o equipamento, no início de julho. Ele demorou dois meses para montar a máquina, que ficou pronta no final de agosto. Ruschel diz que ainda está pensando se vai comercializar o "ThinEco", já que o objetivo inicial do projeto não era comercial.
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Mini trailer, mini mesmo!
Baseado no já popular veículo de três rodas produzido pela empresa italiana Piaggio, este “mini-trailer” funciona como uma minúscula casa portátil - uma espécie de caramujo, um híbrido de veículo e barraca de acampar juntos dentro de uma estrutura leve e estreita.
O Bufalino vem com cama, mini-cozinha equipada, pia, cadeira e vários armários. Durante o dia, parece um veículo de três rodas comum, mas dentro dele estão todas as funcionalidades necessárias para morar e viajar (quer dizer, quase todas, já que não tem banheiro).
Tem até lugar para o laptop, mesa de estudos e cabideiro. Isso é que aproveitar bem o espaço.
Via dornob
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ONU anuncia fim do buraco na camada de ozônio
As Nações Unidas anunciaram hoje o fim do buraco na camada de ozônio – ou seja, a camada que protege a Terra dos raios ultravioleta parou de se deteriorar. E o melhor: deverá estar amplamente restaurada em meados do século. A revelação está no relatório “Avaliação Científica da Degradação da Camada de Ozônio 2010″.
Essa vitória não veio à toa, mas graças a boa legislação espalhada mundo afora e fiscalização – há mais de 20 anos, o Protocolo de Montreal, tratado internacional firmado em 1987, baniu o uso de clorofluorcabonos (CFC), substâncias utilizadas em refrigeradores, sprays de aerossol e algumas espumas isolantes, que danificavam a camada de ozônio.
Situada na estratosfera, a camada de ozônio é um filtro natural para os espectros perigosos dos raios ultravioleta emitidos pelo sol, e que podem causar queimaduras, câncer de pele e danos à vegetação.
As primeiras constatações da existência de um buraco sazonal na camada de ozônio sobre a Antártida ocorreram nos anos 1970, e um alerta foi emitido nos anos 1980, com a descoberta de que o dano estaria piorando devido ao efeito dos CFCs, o que levou 196 países a firmarem o Protocolo de Montreal.
As primeiras constatações da existência de um buraco sazonal na camada de ozônio sobre a Antártida ocorreram nos anos 1970, e um alerta foi emitido nos anos 1980, com a descoberta de que o dano estaria piorando devido ao efeito dos CFCs, o que levou 196 países a firmarem o Protocolo de Montreal.
Embora os CFCs tenham deixado de ser usados, eles se acumulam e persistem na atmosfera. Por este motivo, os efeitos da restrição a seu uso leva anos para serem sentidos. Assim, o estudo alertou que o buraco na camada de ozônio no Polo Sul, que varia de tamanho e é monitorado de perto quando aparece todo ano, na primavera, ainda deve persistir por um tempo e pode ser agravado pelo aquecimento global.
Os CFCs estão na lista de gases de efeito-estufa que causam o aquecimento global, assim seu banimento “trouxe benefícios indiretos substanciais no combate às mudanças climáticas”, destacou o relatório.
Barrie estimou que as emissões evitadas destes gases tenham chegado a 10 gigatoneladas por ano.
Barrie estimou que as emissões evitadas destes gases tenham chegado a 10 gigatoneladas por ano.
Fonte: AFP
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Sapatos feitos de TELEVISÃO RECICLADA!
Isso mesmo, SAPATOS FEITOS DE TV RECICLADA e ainda por cima LINDOS! Que legal né?
Fonte: coletivo verde
A marca de sapatos Olsenhaus desenvolveu toda a sua coleção outuno/inverno com a inovadora microfibra de polyester feita com a tela de televisões quebradas.
Os sapatos são de extremo bom gosto e fazem um excelente uso do material inovador, é imperceptível aos olhos e no conforto.
E vem mais por ai, a designer e proprietária Elizabeth Olsen esta desenvolvendo novos materiais como uma sola de borracha com serragem e sapatos salto-altos com a matéria prima de resíduos plásticos conhecida como “plastic pellets” que polui os mares do nosso planeta.
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E aí gente, alguém conhece a EcoKrim? Eu tinha ouvido falar e achei muito interessante o trabalho deles, mas nunca imaginei que a Krim ficasse bem pertinho daqui, praticamente na outra rua, na voluntários, aqui em POA.
A EcoKrim, é uma empresa da Krim Bureau que atua na área de impressão digital pra publicidade. Além de produzir eles fazem a chamada logística reversa, depois de usados, os materiais voltam pra Krim pra serem transformados em novos produtos na Eco Krim. Simplesmente fantástico, tanto a iniciativa, quanto a qualidade dos produtos.
Confiram, encanta: EcoKrim.
Krim bureau - EcoKrim
E aí gente, alguém conhece a EcoKrim? Eu tinha ouvido falar e achei muito interessante o trabalho deles, mas nunca imaginei que a Krim ficasse bem pertinho daqui, praticamente na outra rua, na voluntários, aqui em POA.
A EcoKrim, é uma empresa da Krim Bureau que atua na área de impressão digital pra publicidade. Além de produzir eles fazem a chamada logística reversa, depois de usados, os materiais voltam pra Krim pra serem transformados em novos produtos na Eco Krim. Simplesmente fantástico, tanto a iniciativa, quanto a qualidade dos produtos.
Confiram, encanta: EcoKrim.
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Luminárias de cabides

O designer português Luis Teixeira cria belas luminárias feitas com cabides de acrílico, pratos descartáveis, discos de vinil e tampas de embalagens de sucos de caixa. Entre os princípios que o norteiam estão não apenas os estéticos e funcionais, mas também a preocupação ambiental e social. As luminárias são produzidas por mulheres detentas, como forma de gerar renda e desenvolver seu potencial através do design.
Luis também lidera o projeto 1961 ecodesign, que cria objetos de design reutilizando e reciclando materiais, seguindo o lema “Reduza, reutilize, recicle, mas evite copiar. Crie!”.
De 3 a 7 de Setembro ele estará em Paris, participando da Feira Internacional Maison & Objet, no estande da Oficina à Lapa.
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Bamboo Bottle, a garrafa térmica feita de materiais reciclados
Se você é daqueles que não dispensa um cafezinho ou um chá, vai adorar esta garrafa térmica. Além de linda e prática, ela foi construída inteiramente com bambu, vidro e plástico reciclado. A hora do café promete ser um pouco mais elegante e sustentável.
A Bamboo Bottle, desenvolvida pela empresa homônima, foi pensada para o público que cansou de encontrar garrafas de plástico ou pouco sustentáveis à venda. O exterior é feito de bambu, as tampas e o fundo de plástico reciclado e o interior de vidro 60% reciclado.
A empresa garante que o vidro assegura a limpeza e ainda deixa o seu café ou chá na temperatura certa para o consumo. Para limpar a garrafa, basta desenroscar a parte inferior e superior, e depois, montar novamente.
Bamboo Bottle pode ser comprada pelo site oficial por aproximados R$ 50, sendo que 1% desse valor vai para a ONG 1% for the Planet.
Fonte: EcoPlanet
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A história das coisas..
E aíii, ontem tive a querida aula de Ecodesign na qual assisti um vídeo muuuitcho interessante que eu recomendo à todos, pra refletir um pouquinho!
Vai o link, por que não consegui copiar o vídeo, assistam que vale à pena: Vídeo a história das coisas
Beijooos!
Vai o link, por que não consegui copiar o vídeo, assistam que vale à pena: Vídeo a história das coisas
Beijooos!
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Sapato aspirador de pó
Eu adorooooooooo sapato, imagina um funcional?
A fabricante de electrodomésticos Electrolux irá em breve colocar no mercado a sua mais recente inovação. Os Dustmate são um par de sapatos que aspira a casa
A fabricante de electrodomésticos Electrolux irá em breve colocar no mercado a sua mais recente inovação. Os Dustmate são um par de sapatos que aspira a casa
Com um minúsculo aspirador na sola, aspiram o pó à medida que o utilizador anda em casa.
De acordo com a empresa, os sapatos são fabricados em nylon verde, possuem uma sola flexível e podem ser adaptados a qualquer tipo de calçado.
A empresa diz que este é um conceito "simples mas inovador de limpeza". Com os Dustmate, "conforme se anda, a base do sapato aspira o pó do chão sem qualquer esforço". A ideia de desenvolver este produto resultou, segundo a fabricante, de um questionário realizado aos seus consumidores sobre as suas necessidades e sobre o tempo que dispendem para a limpeza das suas casas.
Por enquanto, desconhece-se qual é a fonte de energia deste aparelho, ou onde será armazenado o lixo aspirado, mas certamente estes sapatos-aspiradores vão dar um "um pézinho" nas tarefas domésticas.
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Copos comestíveis evitam o uso de descartáveis
E se você pudesse comer o seu copo? Essa é a proposta do Jelloware, um copo biodegradável e comestível. Designers americanas do grupo The Way We See The World, viram que um copo produzido inteiramente com Agar Agar, uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas, era possível.
A divertida invenção ainda pretende acabar com os copos plásticos que tanto poluem o planeta. Já que é biodegradável, os copos podem ser depositados diretamente na terra ou na grama, o que alimenta o crescimento da planta, ou pode ser consumido, como a casquinha de um sorvete.
Os copos possuem vários sabores, entre eles limão, hortelã e beterraba, e se adequam ao sabor de cada bebida depositada no produto. “Jelloware muda o conceito de consumo, e proporciona uma nova experiência, seja sentindo o gosto, o cheiro, o movimento ou até mesmo eliminando na natureza” diz o grupo de designers em seu site oficial.
Com o calor típico de um país tropical, é comum o consumo de água em copos e garrafas plásticas. Se jogados no lixo após a utilização, os copinhos tornam-se um grande problema para o meio ambiente.
Esses materiais levam cerca de 500 anos para se decompor, poluindo o meio ambiente e matando animais, que se confundem achando que são alimentos.
Copos comestíveis evitam o uso de descartáveis
E se você pudesse comer o seu copo? Essa é a proposta do Jelloware, um copo biodegradável e comestível. Designers americanas do grupo The Way We See The World, viram que um copo produzido inteiramente com Agar Agar, uma espécie de gelatina extraída de algas marinhas, era possível.
A divertida invenção ainda pretende acabar com os copos plásticos que tanto poluem o planeta. Já que é biodegradável, os copos podem ser depositados diretamente na terra ou na grama, o que alimenta o crescimento da planta, ou pode ser consumido, como a casquinha de um sorvete.
Os copos possuem vários sabores, entre eles limão, hortelã e beterraba, e se adequam ao sabor de cada bebida depositada no produto. “Jelloware muda o conceito de consumo, e proporciona uma nova experiência, seja sentindo o gosto, o cheiro, o movimento ou até mesmo eliminando na natureza” diz o grupo de designers em seu site oficial.
Com o calor típico de um país tropical, é comum o consumo de água em copos e garrafas plásticas. Se jogados no lixo após a utilização, os copinhos tornam-se um grande problema para o meio ambiente.
Esses materiais levam cerca de 500 anos para se decompor, poluindo o meio ambiente e matando animais, que se confundem achando que são alimentos.
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